O DorMap organiza os achados da sua avaliação, compara com critérios clínicos estruturados e mostra qual mecanismo predomina, ainda dentro da consulta.
Marque os critérios como marcaria numa avaliação de verdade. Os três mecanismos pontuam em tempo real e o predominante se resolve na sua frente — a mesma lógica que roda dentro do app.
Comece pelos critérios já marcados e vá ajustando. Toque em “Limpar” para partir do zero.
Marque ao menos um critério para ver a hipótese sugerida.
Demonstração ilustrativa da lógica de pontuação. O app usa o conjunto completo de critérios e a ponderação clínica validada.
Dois pacientes chegam com laudos parecidos e mecanismos predominantes diferentes. Os dados estão na sua frente, e a conclusão nem sempre está. Isso tem explicação.
dos estudantes de fisioterapia avaliados atingiram nível satisfatório de conhecimento em neurofisiologia da dor.
é a média de acerto entre fisioterapeutas já atuando, abaixo do corte satisfatório e sem relação com o tempo de formação.
As mesmas falhas apareceram entre professores de fisioterapia em levantamento na rede de ensino. O vão entre o que se estuda e o que se aplica não é falha sua: o que falta não é conhecimento, é estrutura de aplicação dentro da consulta.
Salgueiro et al. (estudantes de fisioterapia, Brasil) · Silva Marques et al., 2022 (fisioterapeutas, BA), Rev Bras Saúde Funcional · Santos, Medeiros Júnior & Wanderley (professores de fisioterapia, Recife), Rev Educ Saúde 12(2).
O DorMap compara os achados contra os critérios de cada mecanismo e mostra qual apresenta maior predominância, com a pontuação à vista.
Dor devido à ativação dos nociceptores, gerada por estresse mecânico ou inflamação localizada em tecidos musculoesqueléticos.
Lesão ou doença do sistema nervoso somatossensorial, com distribuição neuroanatomicamente plausível e sinais sensitivos no trajeto.
Dor por nocicepção alterada, sem evidência clara de lesão tecidual ou de doença do sistema somatossensorial que a justifique.
Quatro passos que transformam o que você já coletou em hipótese documentada.
Organize como a dor se apresenta: regiões, qualidade e comportamento.
Compare os achados com critérios clínicos estruturados.
Visualize quais mecanismos apresentam maior predominância.
Use a classificação para direcionar a conduta e registre a hipótese.
E como todo paciente muda, a reavaliação fecha o ciclo: comparar a evolução e ajustar a hipótese a cada retorno.
Sem trocar de ambiente, sem abrir o notebook, sem sair de perto do paciente.
Selecione as regiões de dor no mapa corporal interativo.
Marque os critérios clínicos identificados na avaliação.
Veja o mecanismo predominante e o perfil de impacto.
Acesse as abordagens recomendadas para o mecanismo, com referência científica.
Acompanhe a evolução clínica a cada reavaliação e gere o PDF.
Roda no navegador do celular, do computador ou do tablet — sem instalar nada. O DorMap entra no momento da avaliação que já acontece, na palma da mão, ao lado do paciente.
Dentro do app, os Stacks levam você da base à maestria em raciocínio sobre dor. Você começa na faixa branca e evolui acumulando XP a cada acerto, como no jiu-jitsu: cada faixa abre um novo nível — até a prova que libera a próxima.
Fundamentos: neurofisiologia da dor e conceitos essenciais.
Mecanismos de dor e conceitos atuais aplicados.
Raciocínio clínico com casos e fatores psicossociais.
Casos complexos, avaliação e decisão terapêutica.
Domínio clínico: casos avançados e integração completa.
Mestre: referência em raciocínio clínico em dor.
Você aprende no mesmo lugar onde aplica. O estudo deixa de ser um curso à parte e vira progressão dentro da sua rotina de avaliação.
Ferramenta de apoio ao raciocínio clínico. Não substituto da avaliação profissional.
O DorMap não pensa por você. Ele organiza as informações para você raciocinar com mais clareza.
Cada print abaixo é uma mensagem real que o João recebeu — de fisioterapeutas, médicos e estudantes que colocaram o DorMap na rotina.
Fisioterapeuta com especialização em Dor, professor universitário e criador do Método RC3 de Terapia Manual. O DorMap nasceu do mesmo impasse que você reconhece na própria prática.
Menos do que costuma custar uma única consulta particular — e vale o ano inteiro, com avaliações ilimitadas e a trilha completa.
Acesso no celular, tablet e computador.
Funciona no Android e iOS. Celular, computador e tablet.
Você compra, entra no DorMap e usa com pacientes de verdade — as avaliações, o resultado por mecanismo, as condutas e a trilha. Se em até 7 dias sentir que não é pra você, por qualquer motivo, é só pedir o reembolso pela Hotmart.
Sem precisar de explicação, sem comprovante, sem burocracia. Risco zero é risco zero.
O DorMap já é usado por +100 profissionais no dia a dia. A garantia de 7 dias existe pra tirar a dúvida natural de quem ainda não testou: em uma semana você já faz avaliações de verdade, vê o resultado saindo e sente se encaixa na sua rotina. Se não encaixar, o dinheiro volta inteiro. O risco é meu.
Uma ficha captura o que o paciente relata. O DorMap organiza o que você precisa interpretar a partir disso para chegar à hipótese. São peças diferentes do mesmo processo, e ele entra depois da ficha, não no lugar dela.
O que falta na maioria das fichas é o passo seguinte: o algoritmo de raciocínio que transforma dado coletado em hipótese documentada e replicável. Vale notar que a dor nociplástica só foi formalizada pela IASP em 2016 e não chegou às fichas criadas antes disso.
A pergunta não é se você vai abrir o app, é se você vai atender pacientes com queixa de dor. Se sim, o gatilho de uso já existe na sua rotina: o DorMap entra no momento da avaliação, que já acontece.
Aplicativos que ficam esquecidos são os que resolvem problemas que dá para ignorar. Este resolve o de não ter hipótese de mecanismo definida, e ele aparece em cada avaliação de dor.
Consegue, sim. A questão é quanto tempo leva para transformar esse conhecimento em protocolo aplicável em 10 minutos, em toda avaliação, sem depender do estado do dia ou da complexidade do caso. E é justamente aí que entra a trilha por faixas: você estuda dentro do app e aplica no mesmo lugar.
Entender a diferença entre os três mecanismos e ainda levar 40 minutos para fechar uma hipótese em um caso moderado são coisas distintas. O conhecimento existe; o protocolo de aplicação, não.
Um curso entrega conhecimento sobre mecanismos e abordagens. O DorMap entrega a aplicação desse conhecimento em cada avaliação — e ainda traz a trilha por faixas para estudar de forma progressiva. Resolvem problemas diferentes, e não é preciso escolher.
Se o que falta na sua avaliação hoje é protocolo e não teoria, mais um curso não fecha essa lacuna.
Não. É ferramenta de apoio ao raciocínio clínico. Não fornece diagnóstico médico nem prescrição de tratamento, e não substitui o seu julgamento profissional. A decisão continua sendo sua, com mais estrutura por trás.
Quando ela chegar, você pode estar com um método na mão em vez de com a sensação de que faltou alguma coisa.
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